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Publicado em 12/03/2018 às 22h59min | Autor: Jan Santos/ MedeirosDiaDia

Secretário de educação não cumpre promessa, valor do transporte aumenta e universitários se revoltam em Itanhém

Segundo os alunos, o secretário havia prometido a redução de R$20,00 reais, no valor do transporte
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Enquanto os professores da rede municipal de Itanhém, em busca de propostas para as reivindicações feitas à prefeita Zulma Pinheiro, se preparam para uma greve, que pode prolongar por tempo indeterminado, alunos do município, que cursam faculdade em Teixeira de Freitas, se revoltam com o aumento do preço da mensalidade do transporte e com a falta de palavra do secretário de Educação, Álvaro Pinheiro.

Segundo os alunos, Álvaro Pinheiro, que é irmão da prefeita Zulma, havia prometido, no início do ano passado (2017), um aumento da contrapartida da prefeitura, que resultaria na redução de R$20,00 reais, por aluno, no valor do transporte escolar.

Mas, na realidade, aconteceu que, depois de mais de um ano, além do secretário Álvaro não ter cumprido com a palavra, o proprietário da empresa de ônibus se pronunciou, em nota, dizendo que o preço iria aumentar, no início de 2018, devido os ajustes nos valores do combustível.

Um dos acadêmicos entrou em contato com a redação do MedeirosDiaDia e, através de áudio, relatou toda situação.  Por medo de ser perseguido, o mesmo pediu para que sua voz fosse modificada.


No áudio, o rapaz faz uma comparação com o valor cobrado aos universitários da cidade de Medeiros Neto que, segundo ele, é de $R100 reais e, assim sendo, os alunos de Itanhém estariam pagando R$125 reais pela diferença de 30 quilômetros.

Uma outra aluna ainda disse à nossa redação que corre, em surdina, a informação de que a prefeita Zulma não fará mais os repasses da ajuda de custo à empresa de transportes.  

“A parcela mensal do ônibus era 200 por aluno e, a partir do início do ano letivo (2018) a gente vai ter que pagar R$225 e ainda existe a informação de que a nossa prefeita, provavelmente, não mais fará o repasse e que, agora em março, ficaríamos sabendo se realmente vai cortar o repasse da prefeitura. Se isso acontecer, a maioria dos alunos vai parar, pois não têm condições de manter a faculdade e o ônibus”, disse ela.

A moça ainda contou que, no início do ano passado, a parcela foi até menor do que R$200 reais, mas que, além do reajuste, por parte dos aumentos de combustíveis, a administração , que tinha a promessa de aumentar, diminuiu o valor da ajuda de custo dos alunos. 

Sem nenhuma resposta, os universitários seguem aguardando o pronunciamento secretário. 


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